
Quando se fala em corretoras de seguros de sucesso, é comum ouvir números que chamam a atenção. Lucros de R$ 50 mil, R$ 100 mil ou até R$ 150 mil por mês parecem resultados extraordinários. Mas existe uma realidade que poucas pessoas comentam: grandes resultados exigem grandes investimentos.
E essa talvez seja uma das maiores diferenças entre um corretor que trabalha sozinho e uma empresa preparada para crescer de forma sustentável.
O seguro parece simples. A operação não é.
À primeira vista, vender seguros pode parecer um negócio simples. Afinal, muitas vezes estamos falando da comercialização de um serviço representado por uma apólice em PDF, algo que pode nem ser utilizado pelo cliente durante o ano.
Mas, por trás disso, existe uma estrutura muito mais complexa do que a maioria imagina.
Uma corretora estruturada precisa investir continuamente em:
- Cotação;
- Emissão;
- Sinistros;
- Financeiro;
- Marketing;
- Tecnologia;
- Atendimento;
- Produtos especializados;
- Compliance;
- Gestão de pessoas;
- Processos;
- Qualidade;
- E diversas outras áreas.
Não é raro encontrar corretoras maduras operando com mais de 20 departamentos diferentes.
O crescimento exige abrir mão do lucro imediato
No início da operação, muitos corretores conseguem retirar 80% do resultado gerado pela empresa. E isso proporciona uma excelente qualidade de vida.
Mas chega um momento em que o crescimento exige uma decisão.
Em vez de retirar 80%, o empresário passa a retirar 60%. Mais tarde, busca manter margens próximas de 50%.
Essa é uma realidade observada em diversas operações de fusões e aquisições (M&A). Existe um ponto em que muitos empresários dizem:
“Daqui para frente, tudo o que sobrar é lucro.”
Mas as grandes empresas pensam diferente.
Elas continuam investindo.
Grandes empresas possuem grandes investimentos
Executivos qualificados, tecnologia de ponta, marketing, processos, estrutura física, sistemas, treinamento e especialização custam caro.
E devem custar.
Uma empresa que apresenta um lucro de R$ 100 mil ou R$ 150 mil por mês certamente possui uma receita muito maior por trás desses números.
Porque empresas relevantes não são construídas apenas pela capacidade de gerar receita, mas principalmente pela disposição de reinvestir continuamente.
É melhor ganhar 80% de R$ 100 mil ou 30% de R$ 10 milhões?
Essa é uma pergunta que todo empresário precisa responder.
Em muitos momentos, aumentar a margem significa limitar o crescimento.
Por outro lado, aceitar margens menores pode permitir a construção de uma operação muito maior, mais sólida e mais valiosa.
Na prática, o patrimônio criado ao longo dos anos pode ser muito superior.
Crescimento é uma decisão cultural
Na Madalozzo Seguros, entendemos que crescimento é consequência de uma cultura de reinvestimento.
Há 94 anos, seguimos acreditando que tecnologia, pessoas, processos e inovação não são custos. São investimentos.
A margem pode diminuir em determinados momentos.
Mas o resultado final cresce.
E cresce de forma consistente.
Não busque grandes resultados em pequenas estruturas
Muitos profissionais observam números que impressionam e imaginam que eles são fruto apenas do trabalho individual.
Mas a realidade é diferente.
Grandes resultados são consequência de grandes investimentos.
Receber e devolver parte dos recursos para a empresa é o que permite construir algo sólido, duradouro e capaz de gerar números que uma operação individual dificilmente alcançaria.
No final, as maiores corretoras não foram construídas por empresários que retiraram tudo do negócio.
Foram construídas por empresários que tiveram a coragem de reinvestir continuamente e transformar lucro em crescimento.
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Portal M&A Madalozzo Seguros
Há mais de 10 anos desenvolvendo modelos de crescimento, sucessão e fusões e aquisições para corretoras de seguros no Brasil.

